Amor não é amor se se altera quando encontra alterações ou se curva diante de força contrária: Ah, não, é uma marca para sempre fixa, que enfrenta tempestades sem estremecer; É a estrela guia de cada barco errante, cujo valor é desconhecido, embora sua altura seja medida. Amor não é servo do Tempo, mesmo que lábios e faces sofram os efeitos de seu compasso poderoso; Amor não se altera com o passar de horas e semanas, mas resiste a tudo, até o limiar da eternidade. Se isso é falso, e o engano for provado, eu nunca escrevi, e ninguém jamais amou. (William Shakespeare)
terça-feira, 27 de abril de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Loucura? Não, vontade de viver.
Não vejo mistério em ser simples, nem loucura em ser sincera, apenas levo as coisas da maneira como gostaria que elas fossem, apenas vivo o meu destino na esperança de que, seja lá onde este caminho der, o final vai ser sempre o melhor possível, não para mim, mas para a minha história, e independente do espetáculo, ou do fracasso, das lágrimas que vão cair, ou das gargalhadas que vão ecoar, no final eu vou estar ali feliz por tudo que fiz, e resignada com o próximo passo que vou dar. Acho que este é o encanto da vida.
domingo, 25 de abril de 2010
Ainda assim, espero.
Se preocupa não, esse silêncio é só detalhe. Já me acostumei com coisas que você nem imagina simplesmente porque estava longe demais para saber tudo o que se passa comigo.
Sua preocupação, no caso a falta dela, já não me irrita tanto, até porque eu tenho que me acostumar que já não é mais parte do meu cotidiano contar com você pra falar do muito que me ocorre, ou do pouco que me passa.
Acalme-se, não ligarei, não insistirei, agora eu já aprendi a utilizar coerentemente o ponto final. Não porque gosto de pontuações, mas simplesmente senti obrigação de utilizá-las.. Afinal, quantas coisas ainda nessa vida terei que fazer sem que seja de meu agrado? Não sei. Ninguém sabe. Mas o fato é que serão muitas, até porque a própria vida é assim, e deixa isso claro desde muito cedo.
Vírgulas, pontos, espaços. Será sempre assim. E nem por isso posso fazer tudo sempre assim. Fugir as regras é algo bom, que não torno de rotina pelas consequências.. Pois apesar de não temê-las, sei que me machucarão mais a frente se forem frequentes.
Perdoe-me se já falei demais, é que só não me acostumei ainda com o fato de que especialmente agora não falo sozinha.. Então.. Até logo, quando sentir que fui importante, ou simplesmente lembrar que um dia falou que precisa de mim, e precisar.
terça-feira, 20 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Nada em fragmentos.
Ei, silêncio. Sou eu mesma quem te devo perdão. Eu não quero mais falar de mim, eu não quero mais falar de você, chega de singulares, pois me faz falta o "nós".
Andar sorrindo com você trocando piadas sem sentido só pra passar o tempo, e rever nossas terríveis e antigas fotos que realmente condenam pessoas que já não existem mais. É, já fomos bem mais unidos não acha? O problema sou eu e essa minha mania de passado. Você pode parar um pouco e me ensinar como ter um pouco dessas suas características em mim? Isso de viver intensamente e esquecer rápido, de amar e desamar de repente mais só no momento apropriado. Isso é meio frio, mas me parece bom, e quem disse que eu não posso me acostumar rápido quando quero? E quem disse que sim?
HAHA,o conveniente nunca fez parte de mim apesar de desejá-lo muitas e boas vezes, sem obter êxito algum, o que é claro na minha forma desde a minha forma de andar até a minha forma de viver, ou sobreviver com toda essa distância e sensação de esquecimento. Então o que devo dizer: Tchau? Adeus? Boa noite? Até logo? Ah, já que você é tão conveniente, escolha para si o melhor, ou o melhor para nós se é que o seu egoísmo já foi ao menos em parte diluído nesse seu imenso mar de... Nada.
domingo, 18 de abril de 2010
Metade.
De toda a minha literatura, você é a minha melhor página. E de todas as histórias, não há nenhuma como a nossa. O problema é que o ponto final veio antes do felizes para sempre, e isso fez com que ressurgisse um final oposto que eu achei que já não existisse mais apesar de nos ter ocorrido milhares de vezes, mas antes felizmente sem sucesso.
Só que agora eu vejo que já não há mais volta, e me dou o trabalho de reconstruir novas histórias pra tentar apagar todo aquele mês de maio, o maldito mês de um começo bom. Sair dessa casa incompleta sem você e sem os móveis que você levou, sair desse sentimento de culpa, de falta, de metade pelo tanto que você tinha e que agora já não é mais meu. Meu Deus, quantas vezes repetirei teu nome em vão? E quantas palavras ainda serão inspiradas pelo pequeno resto de você que ainda tenho em mim? É, eu não sei, só espero que não muitas vezes, e nem muitas palavras, é que eu lembrei que ainda tenho que viver...
Assim como eu isso aqui não é inteiro, e o deixarei então simplesmente metade.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Mentira.
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